quarta-feira, 29 de julho de 2026

Prazo de adesão ao Programa Desenrola 2.0 é prorrogado Agora, prazo final para renegociar dívidas é 31 de agosto de 2026

 Gabriel Corrêa - Repórter da Rádio Nacional

29/07/2026 - 09:09
São Luís
10/07/2026 - Brasília - dinheiro, moeda, real, reais, cédula, cédulas, nota, notas, moeda brasileira, dinheiro brasileiro, inflação, inflação alta, deflação, economia, economia brasileira, mercado, mercado financeiro, finanças, finanças pessoais, orçamento, orçamento doméstico, renda, renda familiar, salário, salário mínimo, remuneração, vencimento, pagamento, poder de compra, custo de vida, custo dos alimentos, aumento de preços, alta dos preços, carestia, desvalorização, valorização, perda do poder de compra, crise econômica, recessão, crescimento econômico, consumo, consumidor, compras, supermercado, cesta básica, despesas, gastos, contas, contas a pagar, boletos, dívida, dívidas, endividamento, inadimplência, poupança, economia doméstica, investimento, investimentos, aplicações financeiras, juros, taxa de juros, taxa Selic, Banco Central, crédito, empréstimo, financiamento, cartão de crédito, débito, PIX, transferência bancária, banco, instituição financeira, orçamento familiar, planejamento financeiro, reserva de emergência, patrimônio, riqueza, patrimônio líquido, capital, capital financeiro, lucro, prejuízo, receita, despesa, balanço financeiro, impostos, tributos, tributação, imposto de renda, arrecadação, arrecadação fiscal, carga tributária, imposto, taxa, tarifas, câmbio, dólar, euro, cotação, câmbio flutuante, desvalorização cambial, valorização cambial, moeda estrangeira, inflação acumulada, índice de preços, IPCA, INPC, IGP-M, poder aquisitivo, renda per capita, desenvolvimento econômico, estabilidade econômica, política monetária, política fiscal, oferta, demanda, produtividade, consumo consciente, educação financeira, planejamento financeiro, equilíbrio financeiro, independência financeira, riqueza, prosperidade, orçamento público, gastos públicos, contas públicas, déficit, superávit, tesouro nacional, moeda forte, moeda fraca, liquidez, circulação de dinheiro, s
© Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

Mais tempo para renegociar as dívidas. O prazo do Programa Desenrola 2.0 foi estendido até o final de agosto.

A medida foi anunciada nesta terça-feira. O programa venceria na próxima semana, mas o novo período de vigência vai até o dia 31 do próximo mês.

Com a prorrogação, consumidores com pendências financeiras terão cerca de mais um mês para regularizar a situação junto às instituições bancárias, explicou o ministro da Fazenda, Dario Durigan:

"Esse prazo adicional vai ser importante inclusive para que as pessoas que hoje estão tentando acessar os programas de moto, de carro, para trocar sua moto, trocar seu carro, possam resolver eventuais pendências que têm nos bancos, previamente, que é usar o Desenrola para depois se enquadrar nas condições para as operações de carro e moto também poderem fazer jus a essas obrigações", diz. 

Ainda de acordo com Durigan, a extensão do cronograma não demanda novos recursos do Fundo de Garantia de Operações, ou seja, do ponto de vista fiscal ou impacto direto ao Tesouro Nacional, não gera mais custos:

"E isso não demandará novos aportes ao FGO, então é sem custo adicional do ponto de vista fiscal. E as condições do programa, elas se mantêm as mesmas do que foi originalmente anunciado, então, portanto, não tem nenhuma restrição, eh, ou ampliação ou alteração com relação ao que a gente apresentou no novo Desenrola Brasil originalmente", aponta.

Até agora, mais de 9 milhões de famílias foram atendidas pelo programa. 2,5 milhões renegociaram as dívidas bancárias com pagamento à vista.

Mais de 1,5 milhão optaram pelo parcelamento. E 5 milhões de pessoas tiveram o nome de inadimplentes retirado por causa de débitos de pequeno valor, embora a dívida continue para renegociação futura.

A expectativa é que, com o mês adicional de prazo, o total de beneficiários do Desenrola chegue a 10 milhões. A publicação oficial da nova data-limite deve ser feita até sexta-feira.

segunda-feira, 27 de julho de 2026

Biometria será usada nas eleições, mas não é obrigatória para votar Eleitor sem cadastro não pode ser impedido de ir à urna

 Gésio Passos - repórter da Rádio Nacional

27/07/2026 - 15:41
Brasília
Eleitora realiza biometria durante votação na Escola Municipal de Ensino Fundamental - EMEF Celso Leite Ribeiro Filho, em Bela Vista.
© Rovena Rosa/Agência Brasil

A biometria será usada mais uma vez para votar nas eleições deste ano. A tecnologia estará disponível em todas as seções eleitorais do país para evitar fraudes e garantir a lisura do pleito.

Apesar da requisição, é bom saber que biometria não é obrigatória para exercer o direito ao voto. Se o título estiver regular, o eleitor pode votar mesmo sem ter realizado esse cadastro. Neste caso, será exigido o documento de identificação para acesso à urna eletrônica.

Se a urna eletrônica não reconhecer a biometria já realizada, o eleitor continua tendo o direito ao voto. A orientação é que a leitura biométrica possa ser repetida até quatro vezes. Persistindo a dificuldade, a mesa receptora vai confirmar a identidade do eleitor por outros meios de conferência do cadastro. Se as informações coincidirem, o eleitor assina o caderno de votação ou registra sua impressão digital, caso não saiba assinar.

Em 2008, a Justiça Eleitoral começou a utilizar os dados da impressão digital para identificar os votantes. A medida foi adotada para aumentar a segurança das eleições e evitar que uma pessoa possa votar no lugar de outra.

Com o cruzamento de informações, o TSE ainda pode detectar eleitores com registros duplicados no cadastro eleitoral.

Cadastro biométrico encerrado

Já não é possível cadastrar a biometria para as eleições de 2026, porque o prazo se encerrou em maio deste ano. O TSE orienta a comparecer à Justiça Eleitoral após as eleições para realizar o cadastro.

No cadastramento, são coletados a fotografia, as digitais de todos os dedos da mão e a assinatura do eleitor. As informações são utilizadas para tornar mais seguro o processo eleitoral.

Risco do ebola ganhar escala global é baixo, diz diretor da OMS RDC enfrenta epidemia, mas conflitos dificultam controle

 Tatiana Alves - Repórter da Rádio Nacional

27/07/2026 - 17:03
Rio de Janeiro
Profissional de saúde usando equipamento de proteção individual ao lado de pessoas deslocadas que aguardam enterro de vítimas com suspeita de Ebola no campo de deslocados de Kigonze, em Bunia, no leste da República Democrática do Congo
18 de junho de 2026 REUTERS/Gradel Muyisa Mumbere
© REUTERS/Gradel Muyisa Mumbere/ Proibido reprodução

O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde, Tedros Adhanom, afirmou nesta segunda-feira (27) que é baixo o risco de o surto de ebola na República Democrática do Congo (RDC) se espalhar para outras partes do mundo. O país africano enfrenta a doença há vários meses.

Desde maio, quando a atual epidemia foi oficialmente declarada, mais de 3 mil casos já foram confirmados. Cerca de 1.400 pessoas morreram. A maior parte das vítimas está na República Democrática do Congo, mas o vírus também já foi identificado na vizinha Uganda.

Tedros lembrou que, desde a descoberta do ebola, há cinquenta anos, apenas 30 casos foram registrados fora das regiões africanas afetadas. Mesmo assim, alertou que o risco para os países da região continua elevado, principalmente após a confirmação de casos em Uganda.

Conflitos X Saúde

De acordo com o diretor da OMS, o combate à doença enfrenta obstáculos por causa dos conflitos armados no leste da República Democrática do Congo, justamente a região mais afetada pelo surto. A violência dificulta o acesso das equipes de saúde e compromete ações de prevenção e atendimento à população.

Honoris Causa

Também nesta segunda-feira, Tedros Adhanom recebeu o título de doutor honoris causa da Fundação Oswaldo Cruz, a Fiocruz, em reconhecimento à contribuição dele para a saúde pública. Primeiro africano a comandar a Organização Mundial da Saúde, desde 2017, ele liderou a resposta internacional durante a pandemia de covid-19.

 

Financiamentos do Move Brasil já podem ser fechados a partir de hoje Programa é voltado para entregadores de app que usam moto ou bicicleta

 Priscilla Mazenotti - repórter da Rádio Nacional

27/07/2026 - 14:48
Brasília
Brasília (DF), 21/06/2025 - Vida de entregador: Ifood anuncia mudanças, mas trabalhadores criticam. Alessandro Sorriso. Foto: Alessandro Sorriso/Arquivo Pessoal
© Alessandro Sorriso/Arquivo Pesso

Começaram a valer nesta segunda-feira (27) as novas regras para financiamento de motos e bicicletas para quem trabalha com entrega via aplicativo.

Quem tinha feito o cadastro e recebeu a confirmação, já pode procurar a instituição financeira para análise do crédito e concessão do financiamento.

É justamente a concessão desse financiamento que está liberada a partir desta segunda. Quem ainda não fez, é só entrar no gov.br/movebrasil.

E quem pode participar? Quem está inscrito na plataforma de aplicativo há pelo menos 6 meses e fez no mínimo 100 corridas ou entregas nesse período.

Aqueles que não estão com a lista de corridas atualizada precisa entrar em contato com a plataforma para correção.

Além dessas pessoas, podem aderir os ciclistas, motofretistas ou mototáxis que tenham carteira assinada na mesma empresa há pelo menos 6 meses. E é preciso ter Carteira de Habilitação categoria “A”, de moto.

O cadastro depende de confirmação. E só vale para uma moto ou bicicleta por pessoa.

 O veículo tem de ser fabricado aqui no Brasil, ser zero quilômetro, flex e, no caso da moto, de 160 cilindradas. Se for elétrica, ela precisa ser de até 7.500 watts. Para as bicicletas elétricas, elas precisam ser de até mil watts. 

Quem recebeu o cadastro já pode procurar a Caixa, o Banco do Brasil ou o Banco Honda ou Yamaha para a contratação do financiamento, que é de 100% do valor sem entrada.

A carência é de dois meses e o prazo de financiamento é de dois anos. Tá em dúvida? Quer saber a lista de veículos? Isso tudo está no gov.br/movebrasil.

segunda-feira, 20 de julho de 2026

Bombeiros controlam vazamento de gás tóxico em fábrica de Manaus Comitê autoriza volta de atividades nas indústrias e escolas da região

 Victor Litaiff - Rádio Encontro das Águas

20/07/2026 - 13:22
Manaus
16/07/2026 - Manaus em estado de alerta após vazamento de gás no Distrito Industrial.  Equipes do IMMU monitorando área. Foto: João Viana / Secom/ Gov. Manaus
© João Viana / Secom/ Gov. Manaus

O vazamento de monômero de estireno na fábrica da Innova, no Distrito Industrial de Manaus, foi controlado pelo Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas, após novas medições apontarem emissão zero do gás.

Um comitê formado por órgãos estaduais, Suframa e o Crea do Amazonas autorizou a retomada das atividades nas indústrias e escolas estaduais a partir desta segunda-feira (20).

Segundo o Corpo de Bombeiros do Amazonas, não foram encontrados resíduos do estireno nem dentro da área isolada, nem no entorno da fábrica. Apesar disso, as equipes permanecem no local realizando o resfriamento do tanque, enquanto a retirada do produto e a desativação da estrutura devem levar meses.

O Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) informou que continuará monitorando a qualidade do ar, os efluentes, os resíduos gerados e o cumprimento das exigências ambientais impostas à empresa.

Intoxicações

De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde, entre quarta-feira e domingo foram registrados 552 atendimentos de pessoas com sintomas compatíveis com possível exposição ao gás. Até o fim de domingo, apenas um paciente permanecia internado na rede estadual.

As autoridades também investigam duas mortes registradas durante o período.

Multa 

A Innova foi multada em mais de R$ 22 milhões por órgãos ambientais estaduais e municipais por poluição atmosférica do solo e do corpo hídrico.

O vazamento ocorreu na última quarta-feira após uma reação no tanque da unidade da empresa, espalhando um forte odor que atingiu bairros próximos e provocou a evacuação em diversos locais. O caso segue sendo investigado.

Tocantins está em alerta com surto de vírus respiratórios

 Mara Santos - Repórter da Rádio Unitins FM

20/07/2026 - 09:45
Palmas
Brasília (DF) 04/12/2025 - Vacina contra o vírus sincicial respiratório (VSR).  Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
© Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Vírus respiratórios e tempo seco acendem alerta para a saúde da população em Palmas e Araguaína.

No Tocantins, houve crescimento na circulação do vírus sincicial respiratório que pode provocar complicações, principalmente em bebês, idosos e pessoas com doenças crônicas.

Com a chegada do período seco, a baixa umidade do ar também favorece o ressecamento das vias aéreas e agrava alergias e problemas de saúde relacionados à respiração.

A recomendação é manter a hidratação, evitar ambiente com poeira e fumaça, higienizar as mãos, manter a vacinação em dia e procurar atendimento médico. 

Turismo comunitário fortalece bioeconomia em Alter do Chão Empreendedores unem conservação e geração de renda

 Ana Graziela Aguiar*

20/07/2026 - 10:25
Brasília
15/05/2026 -  Alter do Chão - Pará -  Cenas do Rio Tapajós em Alter do Chão. Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
© Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

Destino conhecido de muitos, mas ainda de natureza intocada, o distrito de Alter do Chão fica a 38 km de Santarém, no Pará. Banhado pelas águas transparentes do Rio Tapajós, Alter ganha várias cores e cenários durante o ano. A subida e baixada do rio faz surgir praias de areia branca que atraem turistas de todas as partes do Brasil e do mundo. É aqui que o pequeno negócio de Dórrisson se estruturou. Hoje, a pousada dele é a mais antiga do lugar, como ele explica:

“1997 fechamos uma parte do restaurante, eu tava na faculdade e aí tava difícil de conciliar o trabalho de restaurante e comércio, que era precisava mais tá presente. Aí a gente resolveu migrar para a parte de hotelaria e foi aumentando, né?”

Dórrisson divide o negócio com a esposa, Maria da Conceição Munduruku. Ela conta que a pousada foi criada como um refúgio para quem buscasse um lugar mais econômico onde se hospedar:

“Fazer uma pousada que desse conforto para quem passasse o dia na praia e a noite ter um quartinho aconchegante, não colocasse um preço muito alto, mas que desse para gente se manter e dar oportunidade para quem quer vir a Alter do Chão.”

O negócio de Dórrisson e Maria da Conceição valoriza as tradições e a cultura local, e ainda gera renda e empregos. É um exemplo de bioeconomia na Amazônia, como explica a professora da Universidade Federal do Oeste do Pará, Patrícia Chaves de Oliveira:

“A bioeconomia, ela é uma economia baseada na biodiversidade. Essa biodiversidade pode ser de plantas, de animais. Uma economia que é baseada em recursos que são explorados de suas florestas, a gente considera isso uma bioeconomia. O ambiente vai determinar a bioeconomia, mas, em última análise, a bioeconomia nada mais é do que uma economia centrada na exploração sustentável desta biodiversidade.”

Se conectar com a natureza e a cultura local: um turismo de experiência, de base comunitária. Quem chega até esta região do Pará quer conhecer um pouco mais das tradições das comunidades que aqui vivem. E um dos principais locais a serem visitados é a Floresta Nacional do Tapajós. A Flona do Tapajós é uma unidade de conservação que foi criada em 1974 e tem mais de 520 mil hectares. Mais de mil famílias residem dentro da área. A maior parte delas vive do turismo, como é o caso de Elton John Vasconcelos, dono da Casa do Elton:

“A Casa do Elton, ela vem de uma necessidade de empreender dentro da reserva. Eu trabalhava em um projeto, esse projeto tinha duração de 10 anos. Eu saí desse projeto e a gente começou a construir casinha para passar final de semana com a família. E as pessoas passavam aqui para conhecer a Flona e paravam aí na nossa casinha e perguntavam: ‘Tem comida? Tem comida?’. E aí eu falei para o meu pai: ‘Ó, meu pai, o dinheiro passa aí na frente de casa, bora pegar um pouco?’. E a gente colocou aí uma plaquinha de pano e escreveu ‘Restaurante’. Primeiro dia chegou duas pessoas, o segundo dia chegou 20 pessoas e aí nós não tínhamos prato nem colher. A gente saiu correndo atrás dos vizinhos arrumando prato e talheres para servir o pessoal. E o Casa do Elton começou a crescer.”

Agora Elton está expandindo os negócios. São trilhas, chalés, passeios de barco...

“A partir que eu comecei as capacitações do Sebrae, eu comecei a entender que a gente podia trabalhar a economia da comunidade em geral. Além de vender uma experiência hoje na culinária, a gente vende experiência com os passeios, oficina de plantas medicinais, oficina de biojoias, oficina de carimbó, pesca esportiva, a famosa piracaia nossa, coisas que a gente desenvolve na comunidade, que a gente trabalha acompanhando a comunidade. E um dos pontos fortes é a nossa trilha, né? Nós temos pernoite na floresta para observações de cogumelo luminosos, então tem bastante alternativa que a comunidade toda ganha. Eu não consigo fazer sozinho, mas toda a nossa comunidade junta, a gente consegue fazer o melhor para o nosso visitante ter uma experiência única.”

Comunidade que se une para se defender do turismo predatório de grandes empreendimentos e provar que é possível uma outra forma de exploração dos atrativos da Amazônia, como faz Dórrisson:

“Os povos aqui funcionam como guardiões justamente dessa riqueza que a gente tem. Nós tivemos essa luta lá pela preservação do Tapajós, a luta também aqui dentro do território pela preservação da floresta.”

E ao preservar a floresta, ela te dá em troca, como afirma Elton John Vasconcelos:

“Essa experiência de ficar, ver o cotidiano, ver como a pessoa vive... Que aqui a gente tem uma conexão muito forte com a floresta, né? A floresta ela nos dá e a gente respeita ela, e assim vai.”

*Produção: Acácio Barros. Sonoplastia: Egibert Martins.

Estatuto do Paciente reforça direitos básicos no atendimento de saúde Lei amplia autonomia e estabelece deveres nos serviços

  Pedro Lacerda - repórter da Rádio Nacional 03/08/2026 - 09:19 Brasília © Igor Toscano/IMIP Ser chamado pelo nome, entender o que está send...

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