segunda-feira, 27 de julho de 2026

Biometria será usada nas eleições, mas não é obrigatória para votar Eleitor sem cadastro não pode ser impedido de ir à urna

 Gésio Passos - repórter da Rádio Nacional

27/07/2026 - 15:41
Brasília
Eleitora realiza biometria durante votação na Escola Municipal de Ensino Fundamental - EMEF Celso Leite Ribeiro Filho, em Bela Vista.
© Rovena Rosa/Agência Brasil

A biometria será usada mais uma vez para votar nas eleições deste ano. A tecnologia estará disponível em todas as seções eleitorais do país para evitar fraudes e garantir a lisura do pleito.

Apesar da requisição, é bom saber que biometria não é obrigatória para exercer o direito ao voto. Se o título estiver regular, o eleitor pode votar mesmo sem ter realizado esse cadastro. Neste caso, será exigido o documento de identificação para acesso à urna eletrônica.

Se a urna eletrônica não reconhecer a biometria já realizada, o eleitor continua tendo o direito ao voto. A orientação é que a leitura biométrica possa ser repetida até quatro vezes. Persistindo a dificuldade, a mesa receptora vai confirmar a identidade do eleitor por outros meios de conferência do cadastro. Se as informações coincidirem, o eleitor assina o caderno de votação ou registra sua impressão digital, caso não saiba assinar.

Em 2008, a Justiça Eleitoral começou a utilizar os dados da impressão digital para identificar os votantes. A medida foi adotada para aumentar a segurança das eleições e evitar que uma pessoa possa votar no lugar de outra.

Com o cruzamento de informações, o TSE ainda pode detectar eleitores com registros duplicados no cadastro eleitoral.

Cadastro biométrico encerrado

Já não é possível cadastrar a biometria para as eleições de 2026, porque o prazo se encerrou em maio deste ano. O TSE orienta a comparecer à Justiça Eleitoral após as eleições para realizar o cadastro.

No cadastramento, são coletados a fotografia, as digitais de todos os dedos da mão e a assinatura do eleitor. As informações são utilizadas para tornar mais seguro o processo eleitoral.

Risco do ebola ganhar escala global é baixo, diz diretor da OMS RDC enfrenta epidemia, mas conflitos dificultam controle

 Tatiana Alves - Repórter da Rádio Nacional

27/07/2026 - 17:03
Rio de Janeiro
Profissional de saúde usando equipamento de proteção individual ao lado de pessoas deslocadas que aguardam enterro de vítimas com suspeita de Ebola no campo de deslocados de Kigonze, em Bunia, no leste da República Democrática do Congo
18 de junho de 2026 REUTERS/Gradel Muyisa Mumbere
© REUTERS/Gradel Muyisa Mumbere/ Proibido reprodução

O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde, Tedros Adhanom, afirmou nesta segunda-feira (27) que é baixo o risco de o surto de ebola na República Democrática do Congo (RDC) se espalhar para outras partes do mundo. O país africano enfrenta a doença há vários meses.

Desde maio, quando a atual epidemia foi oficialmente declarada, mais de 3 mil casos já foram confirmados. Cerca de 1.400 pessoas morreram. A maior parte das vítimas está na República Democrática do Congo, mas o vírus também já foi identificado na vizinha Uganda.

Tedros lembrou que, desde a descoberta do ebola, há cinquenta anos, apenas 30 casos foram registrados fora das regiões africanas afetadas. Mesmo assim, alertou que o risco para os países da região continua elevado, principalmente após a confirmação de casos em Uganda.

Conflitos X Saúde

De acordo com o diretor da OMS, o combate à doença enfrenta obstáculos por causa dos conflitos armados no leste da República Democrática do Congo, justamente a região mais afetada pelo surto. A violência dificulta o acesso das equipes de saúde e compromete ações de prevenção e atendimento à população.

Honoris Causa

Também nesta segunda-feira, Tedros Adhanom recebeu o título de doutor honoris causa da Fundação Oswaldo Cruz, a Fiocruz, em reconhecimento à contribuição dele para a saúde pública. Primeiro africano a comandar a Organização Mundial da Saúde, desde 2017, ele liderou a resposta internacional durante a pandemia de covid-19.

 

Financiamentos do Move Brasil já podem ser fechados a partir de hoje Programa é voltado para entregadores de app que usam moto ou bicicleta

 Priscilla Mazenotti - repórter da Rádio Nacional

27/07/2026 - 14:48
Brasília
Brasília (DF), 21/06/2025 - Vida de entregador: Ifood anuncia mudanças, mas trabalhadores criticam. Alessandro Sorriso. Foto: Alessandro Sorriso/Arquivo Pessoal
© Alessandro Sorriso/Arquivo Pesso

Começaram a valer nesta segunda-feira (27) as novas regras para financiamento de motos e bicicletas para quem trabalha com entrega via aplicativo.

Quem tinha feito o cadastro e recebeu a confirmação, já pode procurar a instituição financeira para análise do crédito e concessão do financiamento.

É justamente a concessão desse financiamento que está liberada a partir desta segunda. Quem ainda não fez, é só entrar no gov.br/movebrasil.

E quem pode participar? Quem está inscrito na plataforma de aplicativo há pelo menos 6 meses e fez no mínimo 100 corridas ou entregas nesse período.

Aqueles que não estão com a lista de corridas atualizada precisa entrar em contato com a plataforma para correção.

Além dessas pessoas, podem aderir os ciclistas, motofretistas ou mototáxis que tenham carteira assinada na mesma empresa há pelo menos 6 meses. E é preciso ter Carteira de Habilitação categoria “A”, de moto.

O cadastro depende de confirmação. E só vale para uma moto ou bicicleta por pessoa.

 O veículo tem de ser fabricado aqui no Brasil, ser zero quilômetro, flex e, no caso da moto, de 160 cilindradas. Se for elétrica, ela precisa ser de até 7.500 watts. Para as bicicletas elétricas, elas precisam ser de até mil watts. 

Quem recebeu o cadastro já pode procurar a Caixa, o Banco do Brasil ou o Banco Honda ou Yamaha para a contratação do financiamento, que é de 100% do valor sem entrada.

A carência é de dois meses e o prazo de financiamento é de dois anos. Tá em dúvida? Quer saber a lista de veículos? Isso tudo está no gov.br/movebrasil.

Biometria será usada nas eleições, mas não é obrigatória para votar Eleitor sem cadastro não pode ser impedido de ir à urna

  Gésio Passos - repórter da Rádio Nacional 27/07/2026 - 15:41 Brasília © Rovena Rosa/Agência Brasil A biometria será usada mais uma vez par...

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